Get Adobe Flash player
Bem-Vindo, Visitante
Username: Password: Lembrar-me
Bem-vindo ao fórum Ufobras!

Diga para nós e para nossos membros quem você é, do que você gosta e porque você se tornou um membro deste site.
Nós damos as boas-vindas a todos os novos membros e esperamos ve-los muito por aí!
  • Página:
  • 1

TÓPICO: Princípios do controle da inércia

Princípios do controle da inércia 4 anos 11 mêses atrás #9

  • GDM
  • GDM's Avatar
  • OFFLINE
  • Novato
  • Postagens: 1
  • Thank you received: 1
  • Karma: 0
Olá pessoal. Meu nome é Gerson.
Pois bem, gostaria de apresentar a Inercinética, ou princípio de controle da inércia, que é a parte cinemática de uma tese de física teórica chamada Inerciatividade. A Inerciatividade é um estudo bastante abrangente dos princípios e aplicações das possibilidades do controle da inércia, ou seja, por exemplo, para poder realizar as manobras ousadas que “desafiam as leis da física e do momentum” que os ovnis realizam, tais como arrancadas e paradas abruptas com acelerações e desacelerações extremas, voo em trajetória ondulatória ou em ziguezague, curvas fechadas ou em ângulo reto em altíssimas velocidades e inversões abruptas de direção de deslocamento, os ovnis e discos voadores precisam controlar a própria inércia. E é exatamente isso de que se trata a Inercinética.
Para começar, a Inercinética, que é o princípio de controle da inércia da tese de física teórica Inerciatividade, sendo desta o seu segundo postulado, é uma técnica de propagação (propagação, não propulsão/impulsão). Ela não trata da impulsão da nave (avião ou espaçonave). Esta parte da teoria é estudada em detalhes no quarto postulado, mais precisamente no capítulo 4.4, Gravitância – tração gravitacional Inerciativa.
Sendo uma técnica de tração, a Inercinética, ou Sub-tração inerciativa, apenas modula o deslocamento da nave produzido pela impulsão (seja por foguetes ou por gravitância), ou seja, modula esta em trajetória ondulatória. Isso mesmo, através da Inercinética, para controlar a própria inércia, a nave se deslocará realizando movimento ondulatório (mais ou menos como um zigue-zague), propagando-se, portanto, assim como se propaga a energia – através de ondas. Essa ondulação na trajetória se processa transversalmente e longitudinalmente à trajetória, ou seja, a nave se move para cima e para baixo em movimentos de sobe e desce, enquanto se desloca longitudinalmente, e, dessa forma, a trajetória será uma ondulação.
Mas porque a nave precisa realizar movimentos de ondulação na trajetória para controlar a inércia? Como isso vai possibilitar que uma nave em aceleração controle a própria inércia? Bom, para respondermos isso, primeiro precisamos entender bem o que é inércia: inércia é aquela força que se sente quando você acelera o carro e sente seu corpo pressionado contra o banco; inércia também é a força que se sente quando você freia o carro e seu corpo se projeta para frente, contra o cinto de segurança; e, ainda, é a força que se sente quando você faz uma curva com o carro e seu corpo tende a se projetar para a lateral, para fora do carro. Mas isso parece pouco. Precisamos falar de situações mais extremas para entender melhor a inércia. Por exemplo, quando, a 100km/h, um carro bate, ele se amassa e (as vezes) as pessoas são arremessadas para fora, isso acontece porque a tendência dos corpos, e da própria massa do carro, é continuar em movimento, de 100km/h. Se não existisse a inércia, não haveria acidentes de trânsito, e não haveriam mortes. Mas ainda há outros exemplos: numa queda, por exemplo de uma altura de 10 metros, se uma pessoa cai, a velocidade de impacto será de 14 metros por segundo, ou 50,4km/h, o que é mais do que suficiente para matar a pessoa no impacto – isso porque a “força” de atração da Terra é de 9,8m/s2 (9,8 metros por segundo ao quadrado); numa queda de uma altura de 100 metros, por exemplo, a velocidade na hora do impacto será de 44,27m/s2 (159,37km/h) – tudo isso com uma “força” de atração de uma aceleração de 9,8m/s2, ou seja, um G. Outro exemplo: um avião de caça, por exemplo um F15, tem uma capacidade de aceleração de cerca de 12,631m/s2 (o que é equivalente a apenas 1,288 G), mas pode alcançar uma velocidade de Mach 2,5 (duas vezes e meia a velocidade do som no ar, ou seja, cerca de 828,88m/s – 2.984km/h), o que, numa colisão com um obstáculo imóvel, seria como um impacto de uma queda de uma altura de 35.053,91 metros (se não houvesse a resistência do ar). Se o carro do exemplo anterior, bater a 100km/h, e amassar “só” 2,5 metros, a força G que o esmagaria seria de “apenas” 62,988G, ou seja, uma aceleração negativa de 617,283m/s2 – o que é mais do que suficiente para destruir o carro e matar os passageiros. No caso do avião de caça F15 (ou outro avião qualquer capaz de alcançar grande velocidade), numa colisão a uma velocidade de 2.984km/s (e o caça amassar “só” 15 metros), a força G, no momento do impacto, seria igual a 9.347,711 vezes a aceleração da gravidade terrestre (9.347,711G). No caso de uma manobra de curvatura, quanto maior a velocidade, maior deverá ser o raio da curva (distância do centro da curva até o ponto de curvatura); para um avião que pode chegar a 2.984km/h, por exemplo, o raio mínimo de curvatura seria aquele equivalente a uma força G igual a 10, pois o corpo humano pode resistir a uma força de até 10 G (com alguma dificuldade – por isso os pilotos de caça precisam usar roupas especiais, para manter o sangue bem distribuído pelo corpo, caso contrário ele desceria todo para os pés), o que daria uma raio de curvatura (para uma velocidade de 2.984km/h) de 7.010,783 metros (7,010km) – menos que isso mataria o piloto. A velocidades mais comuns para aqueles que não são piloto de avião, e sim motoristas, a uma velocidade de 100km/h, por exemplo, a força G, para um raio de curva de 150 metros (considerando um coeficiente de atrito de 0,525), seria de apenas 0,525G; mais que isso faria o carro derrapara e sair para fora da curva. Mas, se o carro se “agarrasse” na estrada, a força máxima suportada pelo corpo humano seria de 10G, o que permitiria que uma curva, a 100km/h, tivesse apenas 7,87 metros de raio. A 10km/h, apenas 7,87 centímetros, e a 50km/h, 1,968 metros. Então, viram como uma batida de carro, um voltinha de avião ou uma queda podem ser mortais? Isso se deve a inércia. E isso também vale para o oposto, ou seja, para o caso de arrancadas muito bruscas, não só para paradas muito bruscas. Por esses motivos, portanto, é que precisamos controlar a inércia.
Se uma nave espacial precisasse alcançar uma velocidade muito alta, como 10% da velocidade da luz (cerca de 30.000km por segundo – 108.000km/h), acelerando a uma taxa suportável pelo corpo humano a longo prazo, 1G (9,8m/s²), essa velocidade seria alcançada somente em 850,34 horas ou 35,43 dias, o que é muito tempo. Então, se torna necessário acelerar com mais intensidade, levando em consideração que o corpo humano não suporta, por muito tempo, acelerações maiores do que 1G, e por pouco tempo, maiores do que 10G. Eu imagino uma nave capaz de acelerar a 1.000.000 de metros por segundo ao quadrado (1.000km/s2), o que equivale a 102.040,8G, o que é 10.204,08 vezes maior que os 10G máximos suportáveis pelo corpo humano, e 1.620 vezes maior do que a aceleração negativa que um carro sofreria ao bater a 100km/h (considerando que o carro amassasse “só” 2,5 metros), e 10.204,08 vezes maior do que a máxima força G suportável pelo corpo humano com roupas especiais (cerca de 10G). Uma tal aceleração – 1.000km/s² – seria como arrancar violenta e abruptamente, assim como um OVNI o faz, e mataria esmagada, quase instantaneamente, qualquer possível tripulação, sem contar que até o próprio material de que a nave fosse constituída não suportaria tal aceleração (tal reação inercial), e se esfacelaria. Mas isso não é tudo. Uma nave que pudesse acelerar a 1.000km/s², alcançaria a velocidade de 10% da velocidade da luz (cerca de 30.000km/s) em apenas 30 segundos. E como uma nave dessas realizaria uma manobra de curvatura na trajetória? Certamente não adiantaria de muita coisa, se, apesar de conseguir alcançar uma velocidade tão estupenda quanto 10% da velocidade da luz, ela tivesse que quase parar para poder realizar uma curva – caso contrario a força G resultante da curvatura chegaria a, digamos, 102.040,8G (com um raio de curvatura de 900.000km, o que é 1,293 vezes maior que o raio do Sol).
Então, como fazer para que essa maldita nave possa arrancar acelerando a 1.000km/s², e fazer curvas em velocidades que gerariam uma força G igual até a 102.040,8G? Bom, meus amigos, é aí que entra a Inercinética.
Só para lembrar, a Inercinética é o princípio de controle da inércia, sendo o segundo postulado da Inerciatividade, e apresenta a sub-tração inerciativa (existe ainda a super-tração, a hipo-tração e a hiper-tração, sendo que a sub-tração é a versão mais “fraquinha” ou modesta da tração inerciativa do controle da inércia – mas é por ela que vamos começar). Pois bem, para começar, na sub-tração, a nave, que pode chegar a desenvolver uma aceleração de 1.000km/s² (102.040,8G), não acelera desde o início nessa taxa, e sim inicia a arrancada a 980m/s² (100G); para neutralizar a reação inercial da aceleração (ou força G, digamos assim), tanto em linha reta quanto em linha curva, a Inercinética imprime movimento ondulatório à trajetória da nave. No início, a primeira curva tem um raio de 20 metros, sendo a velocidade de curvatura, no início, de 140m/s, então:
Velocidade de curvatura²/raio = aceleração da força G
140²/20 = 980m/s² (100G)
A primeira curva na trajetória da nave é chamada de primeiro estágio inerciativo, e cada estágio inerciativo é uma onda na trajetória. Até alcançar a aceleração de 1.000km/s², a nave do exemplo desenvolve 4,402964893 estágios inerciativos, pois, a cada novo estágio, a velocidade, o raio de curvatura e a aceleração, aumentam numa taxa de 4,82338342 vezes, o que é chamado de Faie – fator de amplificação inerciativo por estágio – ou seja, em apenas 4,4 ondas na trajetória a nave já pode acelerar a 1.000km/s², o que demora apenas 0,62899 segundos (pois cada estágio inerciativo demora um sétimo de segundo para se completar) – e então a nave já poderá percorrer 500km apenas no primeiro segundo de aceleração, ou, ao alcançar a velocidade de 10% da velocidade da luz (30.000km/s), a distância percorrida será de 450.000km (o que dá 11,229 voltas na Terra em 30 segundos), e já poderá realizar manobras de curvatura, a uma velocidade de 30.000km/s, de raio de 900.000km – tudo isso sem que a força G de 102.040,8G (1.000km/s²) seja sentida, pois, a cada curva na trajetória, a força centrífuga acelera a nave para fora da curva, contrabalançando totalmente a reação inercial que se abateria mortalmente contra o sentido de aceleração sobre a nave e a sua tripulação.
Mas, como é que os OVNIs fazem curvas em altíssimas velocidades em curvas muito fechadas (não de 900.000km de raio) ou em ângulo reto? Bom, aí entra a super-tração inerciativa. Neste caso, o raio inicial de curvatura, a partir de velocidade de 0,5m/s (e não a partir de 140m/s), seria de apenas 0,00000025 metros (¼ de milionésimo de metro), e a nave poderia arrancar, desde o início, com uma aceleração de 1.000km/s² (o que dá aquela “forcinha” G de 102.040,8G), e a realizar curvas tão fechadas, a 30.000km/s, por exemplo, com um raio de apenas 15 metros (o que geraria uma força de “apenas” 6,12244898 trilhões de G – uma reação com aceleração de 60.000.000.000.000m/s²), e, a essa altura, a aceleração da nave, em super-tração inerciativa, não seria de apenas 1.000km/s², e sim de 60 bilhões de km/s² – sendo que a reação dessa aceleração, dessa força de 6,122 trilhões de G, não se abateria sobre a nave, pois a inerciação desta (a Inercinética posta em prática), compensaria toda a reação inercial.
Já com a hipo-tração e com a hiper-tração, a performance da nave inerciativa seria ainda melhor, pois o raio de curvatura inicial (de 20 metros para a hipo-tração e de 0,00000025 metros para a hiper-tração), não aumentaria com o aumento da velocidade; aumentaria a frequência de inerciação. Para a sub-tração, a frequência de inerciação seria sempre de 7 hertz; para a super-tração, a frequência de inerciação seria sempre 2.000.000 de hertz (2MHz); para a hipo-tração, a frequência inicial de inerciação seria de 7 hertz, e, a 30.000km/s (por exemplo), chegaria a 1.500.000 hertz (1,5MHz); para a hiper-tração, a frequência inicial de inerciação seria de 2.000.000 de hertz (2MHz), e, a 30.000km/s de velocidade, seria de 120 tera hertz (120THz). No caso da hiper-tração, quando a nave alcançasse uma velocidade de 107.500.000m/s (107.500km/s), a frequência seria de 430 tera hertz, que é a frequência em que inicia a radiação da luz vermelha – e a nave passaria a brilhar em vermelho, passando por todo espectro de radiação visível (as sete cores do arco-íris) conforme aumentasse de velocidade, e, aos 187.500.000m/s (187.500km/s), passaria a brilhar em violeta, até que, ultrapassando essa velocidade, deixaria de ser visível.
Através da Inercinética (pela sub-tração), então, uma nave poderia acelerar em linha reta a 1.000km/s², e realizar manobras de curvatura, a uma velocidade de 100km/h, por exemplo, de raio de apenas 0,7716 milímetros; a 500km/h, de apenas 1,929 centímetros; a 1.000km/h, de apenas 7,716 centímetros; a 10.000km/h, de apenas 7,716 metros; e, a 100.000km/h, de apenas 771,604 metros – sendo que todas esses manobras gerariam aquela “forcinha” de 102.040,8G, se não fosse a Inercinética, pois esta compensa totalmente a reação inercial dessas manobras. Em super-tração, hipo-tração e hiper-tração, a performance dessas mesmas manobras seriam ainda melhores.
Este é o controle da inércia aplicado à prática – a Inerciação.
Última Edição: 4 anos 11 mêses atrás por GDM. Razão: Correção de uma frase e uma palavra.
O administrador desabilitou o acesso público de escrita.
Os seguintes usuários disseram Obrigado: Rosely
  • Página:
  • 1
Time to create page: 0.187 seconds

GOOGLE FEEDS

ovni,ufo,extra terrestre - Google Notícias

Google Notícias ovni,ufo,extra terrestre - Google Notícias
  • This RSS feed URL is deprecated, please update. New URLs can be found in the footers at https://news.google.com/news

  • Diario Río NegroOtros lugares “para ver ovnis” en la ArgentinaDiario Río NegroEl auge del turismo en busca de vida extraterrestre comenzó allá por 1986, más precisamente un 9 de enero, en capilla del Monte, con un hecho que luego se llamó “La huella de El Pajarillo”. Ese día, un niño de 12 años y dos ancianas vieron un objeto ...

  • TVQCOvni : Sur La Piste Extraterrestre: un trailer avec Gillian AndersonTVQC... résoudre le mystère, avec l'agent du FBI Franklin Ahls à ses trousses. Le film est réalisé par Ryan Eslinger et met en vedette Alex Sharp, Ella Purnell, Benjamin Beatty et Gillian Anderson. Ovni : Sur La Piste Extraterrestre sort en DVD et vOD le 4 ...e mais »

  • 20minutes.frVIDÉO. Australie: Un objet non identifié traverse le ciel, les ...20minutes.frDe nombreux « ufologues » (d'ufo, unindentified flying object) ont assuré qu'il s'agissait d'un ovni. ... Et immédiatement, des «specialistes» ont déclaré qu'il s'agissait d'une nouvelle preuve « irréfutable » de l'existence d'une forme de vie ...e mais »

  • Jornal MidiamaxEmpresário diz que viu ETs em estrada de MS: “altos, com pele ...Jornal MidiamaxEm reportagem do Jornal Midiamax, Gevaerd contou que até hoje o único caso ufológico comprovado no Estado foi a aparição do OVNI no Morenão. “Na época, eu tinha 20 anos e morava em Maringá. O fenômeno chamou tanta ... Uma delas é o relato da douradense ...

  • Sputnik BrasilAstronauta da NASA afirma ter visto 'criatura orgânica parecida com ...Sputnik BrasilO engenheiro norte-americano e mestre em química e engenharia de materiais fez a fascinante revelação no Twitter em referência a uma pergunta de Scott C. Waring, que dirige o site UFO Sighings Daily dedicada a OVNIs. ... Em contrapartida, o porta-voz ...

  • Sputnik BrasilConfira 5 histórias mais misteriosas sobre OVNIs e ETs no Reino ...Sputnik BrasilSerá que a vida extraterrestre existe de verdade ou é somente fruto da nossa imaginação? Vale a pena relembrar alguns casos mais arrepiantes de atividades paranormais, muitos dos quais aconteceram no Reino Unido ao longo do século passado.

  • Sputnik BrasilOVNI surge durante transmissão ao vivo do espaçoSputnik BrasilConforme ele, os fenômenos deste tipo são sinais de extraterrestes que mandam pistas para a Terra para que as pessoas saibam sobre sua existência. No entanto, governos mundiais impedem que "a população esteja a par da existência extraterrestre", ...

  • Sputnik BrasilNASA conseguiu detectar Cavaleiro Negro, satélite de origem ...Sputnik BrasilO gerente da página sugeriu que o show poderia estar relacionado ao chamado Cavaleiro Negro — um satélite inexplicável que alguns acreditam ter origem extraterrestre. Porém, de acordo com os céticos, o suposto OVNI poderia ser nada mais que lixo ...e mais »

  • Sputnik BrasilObjeto esférico que aparece em Google Maps tem semelhança ...Sputnik BrasilA gravação, que já adquiriu mais de 20 mil visualizações, pode ter fornecido uma prova da vida extraterrestre. "Eu analisei-o e olhei para ele realmente de perto, posso confirmar que é um OVNI", escreveu um usuário. "Todos que eu conheço, e eu conheço ...e mais »

Ouça a Rádio Ufobras

Aviso Importante

Estamos tornando indisponível a opção de "Cadastramento Automático", neste site, por motivos operacionais. Os usuários que desejarem ser cadastrados, para usufruírem do conteúdo e possibilidades oferecidas, devem solicitar através do "Cadastro de Afiliação", acrescentando esta opção no campo designado "Motivo da Afiliação".

 


 

 

UFO e Paranormalidades